Ana Frazão fala sobre misoginia como modelo de negócio, em sua coluna no JOTA

Em sua coluna no JOTA, nossa sócia Ana Frazão publicou artigo analisando como a misoginia se tornou um negócio lucrativo nas plataformas digitais, impulsionado pelo modelo de monetização que prioriza conteúdos de maior engajamento.

Ela mostra como os influenciadores transformaram o discurso de ódio contra mulheres em fonte de receita direta, por meio de anúncios e venda de produtos, e indireta, alavancando outros negócios para sua base de seguidores. Pesquisa do Laboratório de Estudos da Internet da UFRJ identificou 3,9 bilhões de visualizações de vídeos misóginos no YouTube, com 80% dos canais utilizando estratégias de monetização.

Ana defende que, embora enfrentar as causas estruturais que alimentam a chamada “machosfera” seja tarefa complexa, impedir que a violência de gênero seja um negócio lucrativo é medida mais direta. Para ela, a responsabilização de influenciadores e plataformas digitais é urgente e já conta com instrumentos jurídicos adequados para tanto.

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Ana Frazão comenta a retomada do julgamento do Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica sobre a prática de scraping pelo Google

Em entrevista ao Valor Econômico, nossa sócia Ana Frazão comentou sobre a retomada do julgamento do Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no último dia 8/4, sobre a prática de scraping pelo Google, a exibição de trechos de notícias sem remuneração aos produtores de conteúdo.

O caso, suspenso desde junho de 2025, pode agora ser ampliado para incluir o uso de conteúdo jornalístico no treinamento de modelos de IA, prática considerada ainda mais impactante para o setor. 

Para Ana, a conduta pode configurar abuso de posição dominante, porque se trata de uma grande plataforma informacional que se usa do conteúdo sem remuneração.

“Para além de uma atividade econômica (a imprensa), é um dos pilares de sustentação da democracia. Não é um negócio como outro qualquer”, diz. “O Cade em uma situação como essa precisa analisar essa questão com um olhar mais amplo. Se ele for se utilizar de teorias do dano tradicional, metodologias testadas para outras condutas, talvez ele perca a grandeza do problema”, observou, ponderando que é necessário analisar as provas no caso concreto.

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Ana Frazão conversa com Rafael Ribeiro sobre desigualdade no podcast Direito e Economia

No episódio do podcast Direito e Economia, nossa sócia Ana Frazão conversa com Rafael Ribeiro, Professor do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (UFMG) e Pesquisador do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (MADE/FEA-USP).

O eixo da conversa é a desigualdade, suas consequências econômicas e políticas, assim como as medidas necessárias para reduzi-la. Rafael fala sobre o papel da tributação progressiva e justa no objetivo de redução de desigualdade e os argumentos contrários a ela, tais como os de que haverá desincentivos ao empreendedorismo, evasão fiscal, assim como fuga de empregos e empresas.

Na visão do professor “a desigualdade extrema não é natural nem eficiente, mas sim uma falha política que corrói a democracia e freia o crescimento.”

Escute o podcast.

Chamber and Partners lista Ana Frazão Advogados entre os principais escritórios do Brasil na área de Concorrencial e Antitrust

Ana Frazão Advogados foi incluído pela renomada publicação britânica Chambers and Partners entre os principais escritórios do país na área de Concorrencial e Antitrust no novo guia Brazil Contentious 2026, divulgado hoje (7/4).

Nossa sócia Ana Frazão também foi destacada entre os profissionais líderes do Brasil com atuação na mesma área.

Agradecemos nosso(a)s clientes e parceiro(a)s por mais este importante reconhecimento!

Ana Frazão e Angelo Prata de Carvalho são coautores na obra “Corporate Valuation Vol.1: Fundamentos da avaliação de empresas e avaliação na apuração de haveres

Nossos sócios Ana Frazão e Angelo Prata de Carvalho são coautores na obra “Corporate Valuation Vol.1: Fundamentos da avaliação de empresas e avaliação na apuração de haveres”, publicada pela Quartier Latin.

Ana e Angelo escreveram o capítulo “Apuração de Haveres e Pacta Sunt Servanda: controvérsias sobre a aplicação do critério previsto no contrato social de Sociedades Limitadas”.

Saiba mais informações sobre o livro.

 

 

Ana Frazão aborda os riscos da delação premiada em novo texto publicado em sua coluna no JOTA

Nossa sócia parte de uma análise de artigo publicado por Bruno Carazza sobre os riscos da delação premiada de Daniel Vorcaro e considera que,  a partir do momento em que as colaborações se tornam uma solução fácil e acessível, que afasta até mesmo o risco de sofrer as responsabilidades pelos ilícitos ou pelo menos cria expectativas de grandes atenuações dessas responsabilidades, é inequívoco que isso muda a estrutura de incentivos dos agentes econômicos, criando um contexto ainda mais favorável para a delinquência.

Por isso, ressalta Ana, é imprescindível um grande cuidado, por parte das autoridades na utilização desse instrumento, assim como é fundamental o controle – inclusive judicial – tanto sobre a motivação de tal escolha como sobre os resultados obtidos, a fim de se poder concluir sobre a imprescindibilidade ou adequação da solução tanto no momento em que o acordo é celebrado como no momento em que ele foi cumprido e já se pode fazer uma análise retrospectiva do seu papel na solução do problema.

Leia o texto completo.

na Frazão conversa com Rafael Schiozer e Lauro Gonzalez, ambos professores da FGV EAESP, sobre inclusão financeira e seguro-depósito a luz do caso do Banco Master

No novo episódio do podcast Direito e Economia, nossa sócia Ana Frazão conversa com Rafael Schiozer e Lauro Gonzalez, ambos professores da FGV EAESP, sobre inclusão financeira e seguro-depósito a luz do caso do Banco Master.

No episódio, os entrevistados esclarecem a importância e as limitações da concorrência para a inclusão financeira não só no que diz respeito ao acesso ao crédito, mas também nos demais desdobramentos, dentre os quais poupança e investimento.

Ouço o podcast.

 

Ana Frazão fala sobre os obstáculos para o exercício das liberdades econômicas das mulheres

Nossa sócia Ana Frazão publicou artigo no JOTA em que, a partir do relatório Women, Business and the Law 2026 do Banco Mundial, reflete sobre os obstáculos ao exercício das liberdades econômicas das mulheres no Brasil.

O relatório avalia 190 economias e revela que as mulheres usufruem de menos de dois terços dos direitos econômicos dos homens e que, mesmo onde há legislação igualitária, o enforcement é inefetivo em 80% dos casos relacionados à segurança.

Ana defende que, embora o Brasil tenha avançado em iniciativas legislativas sobre empreendedorismo e segurança digital, o país ainda enfrenta um cenário grave de violência contra as mulheres, inclusive nas redes sociais, o que torna a garantia dos direitos básicos à vida e à segurança condição indispensável para qualquer avanço em liberdades econômicas.

Leia o artigo completo aqui.