Nossa sócia Ana Frazão publicou artigo no JOTA analisando o manifesto da Anthropic que pediu uma pausa no desenvolvimento da inteligência artificial.
Ana discute, à luz das obras de Anu Bradford e de Acemoglu e Johnson, se a tecnologia deve ser organizada pelo mercado, pelo Estado ou por uma lógica orientada à proteção de direitos, observando que o avanço da IA tem ocorrido mais rápido do que a capacidade da sociedade de gerenciar seus riscos. Essa discussão ganha ainda mais relevância no Brasil, já que o Marco da Inteligência Artificial deve ser votado até o final de junho.
Ela argumenta que o progresso tecnológico não é necessariamente benéfico, pois historicamente reforçou desigualdades quando deixado apenas à lógica do mercado, reforçando que a regulação é fundamental para garantir que a inteligência artificial sirva ao interesse público.
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